
O início do ano costuma vir com mil ideias e muitos objetivos.
Mas o tempo não espera.
A ampulheta vira.
E, de repente, já estamos no meio de janeiro.
Precisamos caminhar, correr.
Mas velocidade sem direção não é progresso.
Sem clareza de objetivos, sem metas bem definidas, o risco não é errar o caminho.
É se perder nele.
O ano tem apenas 52 semanas.
Já parou para fazer essa conta?
Você adia o que planejou para esta semana.
Depois, para a próxima.
Quando percebe, o mês acabou.
Chega o Carnaval.
Depois as férias de julho.
A Copa, as eleições.
E logo estaremos ouvindo música de Natal.
E então vem a pergunta:
O que você fez?
O problema não é o tempo passar.
O problema é deixar o tempo passar sem intenção.
Objetivo sem meta é só vontade.
Meta sem acompanhamento é só ilusão.
O tempo não cobra explicações.
Ele simplesmente passa.
Por isso, estabelecer objetivos claros e acompanhar o plano não é opcional.
É responsabilidade com o seu futuro.
Caso contrário, o risco é grande:
Chegar ao fim do ano cansado,
ocupado,
e frustrado por não ter vivido nada do que imaginou.
Pense nisso.




